segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

domingo, 16 de dezembro de 2007

Google Android!!!!

Yea!

Depois das reviravoltas que a Google fez que revolucionou a internet hoje ela lança uma nova: o Google Android!!!!!

Calma, não se trata de criação de StarTroopers ou o "Big Brother". Trata-se de uma plataforma destinada a celulares. Seu conceito é semelhante ao Linux: criar uma plataforma Open Source para equipamentos mobile, assim como o SmartPhone ou Iphone.

Apesar da forte contra das empresas de Telefonia e do desdém da concorrente (leia-se Microsoft Mobile) de que não vai funcionar, porque as empresas de telenone não querem perder o nicho de serviços adquiridos, e a falta de segurança de um OpenSource, a google apresenta este conceito com muita seriedade; para se ter uma idéia quem discursou sobre o SDK do Andróid foi nada menos que o Sergey Brin, Fundador da Google, e com seus milhões quase não aparece para falar.

Hoje eles contam com um pequeno grupo de colaboradores, conhecido como "The Open Handset Alliance". E está premiando com 10 milhões de doletas quem produzir o melhores softwares para o sistema. Mas eu não menosprezaria este sistema; afinal, as mesmas discussões foram ditas para a Linux.....o que manda vai ser o público, e com certeza eles vão querer ter ótimos serviços e poder acessar diversas páginas de seus celulares sem ficar pagando por isso.

quinta-feira, 15 de novembro de 2007



Trabalhar com Pixel Art é uma terapia de paciência, mas muito interessante. Vou estudar e dedicar mais sobre estes processos e me tornar um profissional desta área também.

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

O Significado de "Meios"

O Capítulo Hoben (Meios) é um dos capítulos mais importantes do Sutra de Lótus, e é recitado diariamente para um praticante budista como eu. (ou deveria.....).

A questão é porque este capítulo é chamado "Meios", se nele contém a revelação da "Essência de todos os fenômenos" e a Iluminação do Buda. Poderia ser chamado então de "Verdade" ou "Sabedoria".

Quando questionei isto anteriormente, me responderam que é porque nele contém os "Meios" de atingir a iluminação. Esta resposta na verdade estava parciamente correta.

A Verdadeira razão é que este Capítulo declara que tudo na sua vida passa a ser a Entidade do Buda, e portanto torna-se os "meios" de sua iluminação. Seja seu sofrimento ou benefício. E entende a verdadeira razão e intenção dos acontecimentos da vida.

Nitiren escreveu: "Sofra o que tiver que sofrer, desfrute o que tiver para ser desfrutado. considere tanto o sofrimento quanto a alegria como fatos da vida e continue orando o Nam-myoho-rengue-kyo não obstante o que aconteça. Então experimentará a infinita alegria da Lei."

E o Presidente Toda disse: "Todas as experiências de sua vida tornam-se reais. Passa-se a compreender que nenhum um único momento de sua vida foi desperdiçado. Este é o grande benefício da Lei Mística."

Ainda não compreendi perfeitamente como isto funciona, mas isso somente poderei fazer se ler este capítulo com minha própria vida.

domingo, 21 de outubro de 2007

domingo, 14 de outubro de 2007

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

E agora, José?

JOSÉ

E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, você?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama, protesta?
e agora, José?

Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José?

E agora, José?
Sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio - e agora?

Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora?

Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse...
Mas você não morre,
você é duro, José!

Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja a galope,
você marcha, José!
José, para onde?